Tweet about this on Twitter Pin on Pinterest Share on Facebook

Mulher adota bebê rejeitado – 28 anos depois, ela recebe uma notícia devastadora

Ingeborg McIntosh passou por maus bocados para adotar seu filho Jordan.

Ele era recém-nascido quando ela o abrigou em lar temporário. Durante quatro anos, Ingeborg lutou para convencer a mãe biológica que a deixasse adotar o menino, mas ela queria de qualquer jeito que ele fosse viver com uma família negra.

Mais tarde, quando ninguém mais demonstrou interesse em Jordan, Ingelborg pôde finalmente adotá-lo.

“Quando me entregaram o bebê no colo, foi amor à primeira vista”, conta Ingeborg.

No entanto, 20 anos depois, a relação dos dois deu uma guinada dramática.

 

A família de Ingeborg McIntosh cuidou de 125 crianças em lar temporário, ao longo dos anos, mas nenhuma conquistou seus corações como Jordan.

Jordan foi criado na casa de Ingeborg, mas a mãe biológica do menino não queria que a família o adotasse. Ela queria que o filho fosse criado por uma família negra.

Foi impossível encontrar um lar para Jordan e quando o menino fez 4 anos, Ingeborg e sua família o adotaram.

“Ele já era parte da família, não importava o que dissessem”, disse Ingeborg.

Duas décadas mais tarde, Ingeborg recebeu uma notícia devastadora. Ela sofria da doença renal policística e precisava de um transplante.

Jordan não podia simplesmente ficar parado enquanto a mãe sofria. Ele decidiu agir, sem que a mãe soubesse dos seus planos.

Ele marcou uma consulta para checar se era compatível e poderia ser o doador do rim. E era!

“Foi como se eu ouvisse um chamado na vida”, conta Jordan. “Felizmente, posso fazer mais por ela quando ficar mais velho, mas por enquanto, isto é o mínimo que posso dar”.

Ingeborg insistiu que Jordan não levasse seus planos adiante, mas ele já tinha decidido.

Quando Jordan fala da mãe, seu amor e devoção ficam claros. Ele mal consegue falar sobre a bondade dela sem chorar.

“Tudo o que ela fez por mim desde que eu era pequeno… Eu só quis retribuir e mostrar a ela o quando eu a amo”, disse.

Apesar de todas as dificuldades e tempos duros, essa história tem um final feliz – tudo graças ao forte laço entre mãe e filho.

Você também acha que Ingeborg fez um ótimo trabalho ao criar o filho? Por favor, compartilhe esta história com os seus amigos!