Crédito: Jason Merritt/Getty Images. Graham Denholm/Getty Images
Enquanto continuam as homenagens à lenda da música country e filantropa Dolly Parton após sua morte, muitos estão relembrando um pequeno mistério sobre seu visual característico.
O sobrinho de Dolly Parton, Brian Seaver, confirmou a morte da querida estrela da música country em uma declaração emocionante, na qual disse que havia imaginado esse momento muitas vezes, mas que, compreensivelmente, só sentiu verdadeiramente o peso da situação quando ela de fato aconteceu.
Enquanto as pessoas relembram a música de Dolly Parton, sua personalidade grandiosa e seu trabalho incansável para ajudar e apoiar outras pessoas, um pequeno detalhe continua chamando atenção: ela quase nunca mostrava os braços. As mangas compridas eram tão marcantes em seu visual quanto seus cabelos loiros e seus strass, e os fãs se perguntam há anos o motivo disso.
O verdadeiro motivo por trás das mangas compridas de Dolly Parton
Dolly nunca confirmou publicamente uma única explicação, mas acredita-se que as mangas serviam para esconder suas tatuagens.
Parton revelou à Vanity Fair que tinha tendência a desenvolver queloides, um tipo de cicatriz que deixa uma marca elevada e, às vezes, arroxeada. Em vez de deixar as cicatrizes visíveis, ela começou a fazer pequenas tatuagens para suavizá-las ou disfarçá-las.
Ela rebateu os rumores de que seria coberta de tatuagens da cabeça aos pés, explicando que sua abordagem era, na verdade, adicionar pequenos desenhos em tons pastel onde fosse necessário. Ao longo dos anos, isso incluiu borboletas, flores e um anjo, sendo que a borboleta se tornou uma espécie de marca pessoal, aparecendo repetidamente tanto em sua música quanto em seu trabalho filantrópico por meio da Dollywood Foundation.
Um legado que vai muito além da música
É claro que o que as pessoas mais lembrarão de Dolly não são suas mangas ou o que havia por baixo delas. É a música. Sucessos como Jolene, 9 to 5 e I Will Always Love You consolidaram seu lugar como uma das artistas mais bem-sucedidas e queridas de todos os tempos.
Ela também será lembrada com carinho por seu trabalho filantrópico. Por meio da Dollywood Foundation e de sua Imagination Library, ela ajudou a distribuir milhões de livros gratuitamente para crianças nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, Irlanda e outros lugares, construindo um legado filantrópico quase tão abrangente quanto sua discografia.
Ela também foi uma defensora declarada do movimento Black Lives Matter e da comunidade LGBTQIA+.
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