Crédito: X, Facebook
Uma jovem de 21 anos morreu após ser empurrada de uma ponte durante um salto de bungee jump no Brasil no último sábado. Ela não estava presa à corda de segurança, e várias pessoas foram presas após o ocorrido. Agora, vídeos revelam palavras assustadoras ouvidas momentos depois de ela cair para a morte.
A tragédia aconteceu em Limeira, interior de São Paulo. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser empurrada de uma ponte durante um evento de bungee jump sem estar conectada à corda de segurança.
Ela caiu de aproximadamente 40 metros de altura em uma ribanceira durante a atividade realizada na chamada “Ponte do Esqueleto”, em Limeira. Segundo relatos, Maria Eduarda foi conduzida até a plataforma por dois homens antes de ser empurrada.
Imagens perturbadoras que circulam nas redes sociais mostram testemunhas gritando em pânico ao perceberem que ela não estava presa a nenhum equipamento de segurança.
Equipes de resgate foram acionadas, mas a jovem foi declarada morta no local. De acordo com o jornal The Sun, testemunhas informaram à Polícia Militar que os responsáveis pela atividade não prenderam a corda de segurança antes do salto. As autoridades agora investigam a falha que teria levado à tragédia.
O caso deu origem a uma investigação criminal e resultou na detenção de seis pessoas ligadas ao evento — cinco homens e uma mulher.
Cinco palavras assustadoras foram ouvidas após a queda fatal
Após o acidente, alguns dos trabalhadores supostamente envolvidos fugiram do local. No entanto, a polícia localizou pelo menos dois deles após uma busca de helicóptero em áreas de mata próximas. Eles foram presos pouco depois na trilha da Ponte do Esqueleto.
O noivo de Maria também estava presente no evento. Segundo informações, ele precisou receber atendimento médico após passar mal ao saber da morte da jovem.
Vídeos e fotos do acidente se espalharam rapidamente pela internet. Maria Eduarda não percebeu que a corda de segurança não havia sido conectada ao seu equipamento antes de ser lançada da plataforma, enquanto a corda aparecia enrolada no chão. Segundos após os funcionários a soltarem em direção à ribanceira, vozes podem ser ouvidas ao fundo gritando: “A corda, gente, a corda”, segundo o The Sun.
Um dos organizadores, Luis Felipe, que afirmou receber cerca de US$ 34 por salto, disse à polícia que os membros da equipe não tinham funções definidas durante a atividade. Além disso, as verificações dos equipamentos eram realizadas “em conjunto”.
Ele acrescentou que não conseguia se lembrar de quem era o responsável pela checagem final de segurança antes do salto de Maria. Outro suspeito, Maicon Fernandes Cintra, teria dado a mesma resposta às autoridades.
O advogado dos envolvidos, Rafael Gomes dos Santos, afirmou:
“Eles estão em estado de choque.”
Descanse em paz, Maria Eduarda.
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